Derivada
de uma função composta. Derivada total.

,
,
e
e 
Exemplos:
1) Achar
e
, se
e
,
,
,
,
e
.
e
Substituindo os valores de
e
em
nas expressões das derivadas
totais e simplificando, temos, finalmente:
à (propriedade de
invariância do diferencial total).
a) Função composta (definição)
Suponhamos que na equação
,
e
são funções das variáveis
independentes
e
, isto é
, e
,
Neste caso z é uma função composta de variáveis
e
. E pode ser expressa directamente como uma função de
e
.
b) Derivada de
funções compostas: consideremos dois
casos.
Uma só
variável independente
Se
é uma função diferenciável de
argumentos
e
, que são, por sua vez, funções
diferenciáveis de uma variável independente t, isto é,
, e
, a derivada da função composta
pode ser calculada pela fórmula:
Exemplo:
1) Achar
, Se
onde
e 
1) Solução
Achamos as derivadas
Substituindo
em
temos:
Substituindo
e
por
e simplificando temos,
finalmente, a derivada total
2) Achar a derivada parcial
e a derivada
total
, da função
, onde 
2) Solução
A derivada parcial com relação a variável
calcula-se directamente, isto é:
Para achar a derivada total da função devemos,
primeiro calcular as derivadas parciais
e
como a seguir se indica:
Substituindo-as na expressão da derivada total
temos:
Finalmente
temos:
Derivada
parcial
e a
Derivada Total 
Z é uma função
de várias variáveis independentes
Se z é uma função composta de diversas variáveis
independentes, por exemplo:
Z= f (u,v), onde u=
e v=
(onde u e v são
variáveis independentes; f,
e
são funções
diferenciáveis), as derivadas parciais de z em relação a, x e y são expressas
do seguinte modo:
1) Achar
2)
;
e
,
Achar
e 
1) Solução
Calculamos primeiro as derivadas parciais
Substituindo as respectivas derivadas na expressão da
derivada total, vem:
Como se calcula o diferencial total nesses casos?
Resposta:
em todos os casos examinados é valido a
fórmula:




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